sexta-feira, 20 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Juri Popular da Midia!
Salve, salve, cidadão. Salve sua pele, salve seus ouvidos e olhos. Desligue a TV e o rádio. Hoje, não compre jornal. Faça seu boicote, faça sua crítica, salve seu cérebro. Ative sua crítica. Não se limite. Não veja, pense! Pense e reflita sobre as informações que são transmitidas pelos grandes meios de comunicação. E não pare por aí.
Nossos gostos, nossos gastos, nossas escolhas. Pense em quem comanda os meios de comunicação e quais são os seus interesses. Lembre-se: todos têm direito à comunicação. Mas são nove, apenas nove, as famílias que controlam as comunicações no Brasil.
Concentração, oligopólio, poder e influência na mão de poucos. E bote influência nisso. Eles ditam os assuntos que pautam nosso dia a dia. Nos fazem acreditar que o MST é criminoso, que rádio comunitária é pirata, que mulher é objeto, que morador de favela é criminoso, que homossexualidade é doença e que isso é tudo muito normal.
Nos levam a esquecer discussões importantes, como a democratização da comunicação, como a educação. Logo a comunicação. Logo a educação. Estas que são fundamentais para um povo entender o que se passa à sua volta. Estas que são necessárias para fundamentar uma crítica construtiva.
Porque, sim, é preciso construir novos meios, novas maneiras de (se) comunicar. Desconstruir esteriótipos e preconceitos que nos limitam - que tentam nos fazer pensar de maneira uniforme. É importante dialogar, construir com base no interesse social, respeitando a diversidade de gênero, raças, classes e crenças.
O que você gostaria de propor? Contribua com a comunicação social. Social! Expresse seu ponto de vista, sua realidade. Seja mídia! Construa você a comunicação popular – livre de amarras e cheia de idéias que se perdem por aí. Não se deixe levar pelos comerciais da TV. Eles tentam nos acalmar, nos deixar mansos, para que ninguém vá à rua e diga que está errado, que não é assim, que existem outras formas de se comunicar.
Estamos aqui, hoje, no centro de João Pessoa, para pautar uma reflexão sobre como a sociedade pode (e deve) discutir, repensar e fazer a comunicação. Não se trata apenas de consumo, comunicação se constroe. De preferência, com mais ética, menos manipulação. Uma comunicação comprometida com o social.
E francamente... nada disso a gente vê por aqui!
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Se ligue na Programacao!
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Rodas de diálogo e muita ação!
No segundo dia de atividades da IV Semana pela Democratização da comunicação serão realizados, pela manhã, os espaços autogestionados. O objetivo desses espaços é ampliar as discussões sobre a comunicação para várias áreas do conhecimento, promovendo uma série de escutas sobre temas que atravessam a grande temática da democratização dos meios de comunicação.
Os espaços autogestionados, que se dividem em rodas de dialogo e exibições e debates de vídeos, acontecerão em vários pontos da universidade, simultaneamente. No CCHLA, serão realizadas duas rodas de dialogo. A crise econômica e a mídia serão discutidas na roda de dialogo facilitada pelo autor do livro "A crise econômica: uma visão marxista", e coordenador do PROGEB - Projeto Globalização e Crise na Economia Brasileira, Professor Nelson Rosas, na sala 402 do CCHLA. A temática da criminalização dos Movimentos Sociais e mecanismos de controle social ocupará a Praça da Alegria, às 9h. O debate será facilitado por integrantes do Coletivo Marcha da Maconha e por Noaldo Meireles, advogado da Comissão Pastoral da Terra. No Decom, acontecerão três rodas de dialogo. "Acesso, cultura e incentivos a cidade de João Pessoa", que será falicitado pela mestranda
O CCJ receberá as atividades organizadas pelo Coletivo Desentonca de Estudantes de Direito. Às 9h, acontecerá uma Palestra da Professora Renata Rolim, na Sala 01, cujo tema é “Direito Humano à Comunicação e Criminalização das rádios comunitárias". Na mesma sala, às 17h, haverá exibição e debate de filmes.
No centro de Educação as atividades serão desenvolvidas pelo Coletivo VOZ Ativa de estudantes de Pedagogia, no Auditório do PPGE, que programou uma mostra de filmes com três temáticas: das 8h as 11h, Conteúdo de mídia para a infância, das 14 as 17h, Educação Libertaria e, de 19h AS 22H, Extensão Popular.
Todos os espaços autogestionados estão abertos a participação de todos e todas, não e preciso inscrição. A IV Semana pela Democratização da Comunicação é uma realização do Coletivo COMjunto e da Enecos, Executiva Nacional de Estudantes de Comunicação. Tem o apoio do CCHLA, Departamento de Comunicação e Turismo,da Funjope e parceria da Expressão Popular, o Projeto Globalização e Crise na Economia Brasileira - o Progeb, o Projeto Cinestésico, a Radio Comunitária Voz Popular, o Coletivo Desentoca, a Paraiwa, a Webradio Intercampus, o Projeto Pifercussão, o CALet, CAPsi, o Coletivo VOZ Ativa, o G.R.I.T.O e a SOTECA.
domingo, 18 de outubro de 2009
Jornalista da Caros Amigos e dramaturgo abrem IV Semana Democom, nesta segunda (19)

A mesa de abertura, que terá como tema “A comunicação na batalha das ideias: a importância da Mídia para a classe trabalhadora”, contará com presenças importantes. Serão palestrantes o dramaturgo Márcio Marciano, fundador do Coletivo de Teatro Alfenim e diretor da célebre peça Quebra-Quilos, e o jornalista e pesquisador José Arbex Jr., da revista Caros Amigos e autor do livro Jornalismo Canalha.
A IV Semana Democom terá, ainda, no hall do CCTA (novo prédio do DECOM/UFPB), a exposição “No tempo da delicadeza”, da artista plástica Luyse Costa, que ficará à mostra durante os dias do evento. A professora Marília Campos, da UFRJ e uma das coordenadoras do Projeto Cinestésico (que trabalha o audiovisual como uma ferramenta da Educação), também vai expor trabalhos seus. Vale lembrar que a programação cultural terá como tema o movimento Jaguaribe Carne, e levará ao Decom e às comunidades shows musicais, mostras de audiovisual, teatro e dança.
A Semana Democom é realizada pelo ComJunto – Coletivo de Estudantes de Comunicação Social e a Regional 2 da Enecos – Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social. O evento tem como apoiadores:
DecomTur – Departamento de Comunicação e Turismo da UFPB CCHLA - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes Expressão Popular Projeto Cinestésico Rádio Comunitária Voz Popular Coletivo Desentoca Funjope Projeto Globalização e Crise na Economia Brasileira - Progeb Webrádio Intercampus Projeto Pifercussão CAlet- Centro Acadêmico de Letras – Gestão Letras em Luta CAPsi- Centro Acadêmico de Psicologia – Gestão Canto Geral G.R.I.T.O – Grupo Itinerante de Teatro do Oprimido SOTECA
sábado, 17 de outubro de 2009
Trabalhos do I Simpósio de Pesquisa em Comunicação Social
Comunicação e Política
Professor Analisador: Welligton Pereira
Diálogo jornalismo e direitos humanos no Correio da Paraíba e jornal da Paraíba
Saulo de Tasso Russo Barreto
Como democratizar a cadeia produtiva da comunicação social brasileira
Dalmo de Oliveira
Comunicação Comunitária
Professor Analisador: Carlos Magno
Reflexões sobre a prática Da Comunicação Comunitária: Análise de um jornal veiculado em bairro nobre
Danielle Vieira da Silva e Dérika Correia Virgulino de Medeiros
No contexto de uma comunicação globalizada em que os indivíduos se distanciam cada vez mais da sua realidade próxima, este artigo visa identificar a necessidade de umredirecionamento para o âmbito local, como forma de ampliar o acesso à participação nosprocessos comunicacionais. Para tanto, foi realizada uma pesquisa de campo no Bairro dosEstados, em João Pessoa, PB, e feita uma análise discursiva do veículo informativo quecircula no local. O intuito é apontar a importância da comunicação comunitária naslocalidades, independente da condição econômica.
Audiovisual
Professor Analisador: Luiz Antônio Mousinho
Televisão e dialogias sociais: comunidades periféricas de mulheres negras em Antônia Marcelo Soares de Lima
Esses procedimentos metodológicos e teóricos para a análise de um produto televisivo do núcleo de Guel Arraes, conhecido como um núcleo de experimentação da Globo, renderam uma pesquisa que chegou a percepção de que a televisão, constamente criticada em razão do empobrecimento de seus produtos, pode levar para a sua grade programas fora do tradicional, mostrando que possui espaço para a experimentação narrativa, temática e estética. Nesse contexto é que foram inseridas as configurações, os pactos e os sentidos de comunidades periféricas negras na TV, com a desconstrução de estereótipos e preconceitos, e a valorização das mulheres negras periféricas. Uma mulher negra de periferia exemplar, que luta, supera dificuldades do meio social, busca um sonho chamado Antônia, e incita as outras mulheres da sua condição a sonhar.
Cibercultura
Professor Analisador: Claúdio Paiva
As Ferramentas da Blogosfera e as Características do Webjornalismo. Um Estudo da Experiência Comunicativa de Diogo Mainardi e Marcelo Tas
Allysson Viana Martins
Twitter, Celulares e Jornalismo: Mídias Móveis no Processo Informativo
Laíza Felix de Aguiar
A evolução tecnológica da telefonia e da informática possibilitou a conquista da mobilidade e de recursos multimídia em aparelhos portáteis. Os celulares – que hoje possuem capacidades avançadas, como câmera fotográfica e acesso à internet – são os protagonistas de uma tendência mundial da informação, capitaneada pelo uso dos microblogs como o Twitter. Ao acessar e enviar informações em textos, fotos e vídeos, os usuários do Twitter têm vivenciado a construção de um jornalismo colaborativo, cuja repercussão chamou atenção da mídia tradicional. Este artigo pretende comentar o uso jornalístico do Twitter tomando como exemplo a utilização do site na cobertura das eleições presidenciais no Irã, em junho de 2009, feita em sua maior parte pelos próprios cidadãos daquele país.
A nova mídia e sua utilização pelos jovens
Aldemir Nicolau da Silva